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Praça Oito na Penha terá unidade do Programa Centro Aberto

Praça Oito na Penha terá unidade do Programa Centro Aberto

Os “centrinhos” de distritos paulistanos são o foco da expansão do Programa Centro Aberto. Criado pela Prefeitura de São Paulo em 2014, ele terá o número de espaços triplicado de cinco para 15 até o fim do ano que vem.

Centro Aberto realiza uma série de intervenções em áreas públicas, com deques de madeira, internet gratuita, empréstimo de cadeiras de praia e atividades culturais e esportivas, dentre outras.

As mudanças incluem também a mobilidade urbana, como a implantação de novas faixas de pedestres e a restrição de áreas de estacionamento e tráfego de veículos.

A proposta da gestão Bruno Covas (PSDB) é inaugurar cinco unidades entre dezembro deste ano e maio do ano que vem, e mais cinco até o fim de 2020.

O primeiro lote abarca os seguintes espaços: Praça Costa Manso, na região do Glicério, e Praça Padre Bento, no Pari, ambos no centro expandido; Largo do Clipper, na Freguesia do Ó, e Avenida Doutor Antônio Maria Laet, junto à estação Tucuruvi, ambos na zona norte; e Largo 8 de Setembro, na Penha, zona leste.

Dentre os pontos em estudo pela gestão municipal, estão uma área junto ao Terminal Lapa, na zona oeste; a Praça Manoel Lopes, no Jardim Ângela, e o Largo Treze de Maio, em Santo Amaro, ambos na zona sul; além da Praça Fuhad Smaire, no Jaraguá, zona norte.

O programa propõe intervenções urbanas a fim de tornar áreas públicas mais “amigáveis” para os pedestres.

“É uma forma de criar ambiência e atratividade, para as pessoas circularem mais e melhor”, explica o secretário municipal de Desenvolvimento Urbano, Fernando Chucre, que diz estar em discussão com subprefeituras para ampliar o projeto.

“São Paulo tem um centro histórico, onde começou a urbanização, e tem também uma série de outras centralidades. Várias regiões ou distritos têm os seus próprios centros”, comenta. “Alguns desses espaços são extremamente inadequados ou pouco adequados para a circulação de pedestres.”

Os endereços foram selecionados a partir de estudos de viabilidade, que priorizam áreas de maior densidade populacional, consideradas “zona de centralidade”, com 39 a 60% do entorno com comércio e serviços privados.

Recursos

O custo estimado é de R$ 200 mil a R$ 500 mil para a implantação, com manutenção mensal de R$ 10 mil a R$ 15 mil mensais. “Esse tipo de equipamento é muito simples para a Prefeitura implementar e gera um efeito imediato no território”, comenta Chucre.

“Qualquer tipo de requalificação urbana que você faça de maneira geral tende a melhorar a sensação do pedestre em vários sentidos, em segurança, em questão de ser um espaço amigável à permanência, com sombra, atividades, ele tende ser uma qualificação no território importante, mesmo que seja em um microterritório.”

A gestão municipal também está em busca de parceiros para cobrir o custeio dos espaços, o que inclui a manutenção do equipamento e a prestação dos serviços de empréstimo de cadeiras, peças de xadrez gigantes e afins – trabalho hoje é feito por organizações contratadas.

A ideia também abarca a programação, como ocorre no Centro Aberto São Bento que recebe atividades do Sesc Florêncio de Abreu.

Fonte: Terra

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